Olá Srs! O show acabou!

Já estava decidido que este blog seria fechado. Mas, como ele se tornou um espaço útil, não acho que seja justo, por isso tive que tomar outra decisão.
Esse post é para dar fim à discussão tola criada pelo repórter que ainda não aprendeu a diferença entre matéria e artigo. E olha, já estamos no 3º ano. Para tanto, vou escrever detalhadamente de um jeito que ele possa entender, pois ele já demonstrou ter dificuldades de raciocínio rápido.
Vamos aos pontos:
Eu ainda sou o editor do Paradoxo até que os trabalhos se concluam, ou seja, até que o jornal seja distribuído. Portanto, você continua sendo meu subordinado. E vejam como ele é sempre contraditório, agora ele diz que eu não sou mais editor. No entanto, ele dirige perguntas atribuindo à mim as responsabilidades do cargo. Toda vez, que eu me pronunciar em relação ao Paradoxo 1, sou eu o editor e você o subalterno. E as decisões são minhas.
Novamente, o repórter que escreve “seje” me pergunta sobre a data de distribuição do jornal. Você, como um acompanhante assíduo do blog, deve ter visto que já lhe respondi essa pergunta na primeira vez em que perguntou, mas repito: Não tem data marcada. E não crie ilusões dizendo que eu e Irinéa estamos “desesperados”, “tensos” e afins. Não estamos. São coisas de sua mente doentia.
Existe uma grande diferença entre erro de digitação e erro de conhecimento. Se eu escrevi “repóter”, é fácil identificar que foi erro de digitação. E eu tenho a humildade e hombridade de dizer: “Pessoal, eu errei! Esqueci um R”. Mas não me lembro de escrever SEJE, e dizer que foi redundância. Você sabe o que é redundância? Não consta no dicionário como sinônimo de erro grotesco, nem como assassinato da língua portuguesa.
O repórter que cita Hitler em texto esportivo (totalmente fora de contexto), ainda toma posse de falas alheias e se faz de desentendido. Não é necessário, mas vou desenhar pra você. No meu post chamado ‘Independência’ eu disse: “Fica aqui o meu protesto, minha indignação e meu lamento pela imaturidade de outros”, e não é que isso apareceu exatamente igual no comentário do repórter no mesmo post. Ora, você não aprendeu que quando copia a fala de alguém deve citar a fonte? Obrigado pela homenagem, mas faltou o meu crédito.
Você poderia ter citado qual o teórico que disse que não existem discursos vazios. Porque se não existiam, você está sendo o primeiro a criar. E poderia servir como objeto de estudo.
Você se recorda bem das coisas ou mistura realidade com ficção?E o mais engraçado é que não me lembro de ninguém ter perguntado a sua opinião sobre o atrasado e muito menos ter pedido pra você fazer um relatório mentiroso.As pautas só foram aprovadas depois de decidida a linha editorial do jornal, e não o contrário. Aliás, tudo foi feito no mesmo dia. Numa terça-feira, em reunião marcada por nós fora da aula, quando você estava na sala e nem sequer abriu a boca.
E nós sabemos muito bem que sua pauta era outra. E não foi a Irinéa quem trocou, foi você mesmo que se negou a fazer a primeira. Ora, eu nunca soube que os repórteres pudessem escolher suas matérias. Não atribua aos outros as responsabilidades que são suas.
E já que você gosta de exemplos, posso citar mais um de como você cria as coisas. No dia, em que te disse que você citava o nome do entrevistado cada hora de um jeito, qual foi sua resposta? Que foi o Cássio quem falou pra fazer assim. O estranho só é que o Cássio não havia visto o texto ainda. E antes que você negue ou distorça os fatos, como costuma fazer, a Carol estava do meu lado e pode comprovar.
Aproveitando que meu subordinado gosta de dar dicas às pessoas, eu poderia fazer o mesmo. E sugiro aos meus companheiros que também o façam. Você precisa de um psicólogo, um professor particular de redação, umas festinhas (tão fazendo falta!) e um bom perfume. Channel nº 5, por exemplo, é ótimo, mas a Avon também vende alguns. E se puder te dar mais uma dica, cuidado com o personagem que você criou, ele está se tornando maior que você, vai acabar te engolindo.
Bom senhores, como eu criei esse espaço, eu crio as regras aqui, e podem chamar do que quiser, feudo, ditadura… Mas o aluno Fábio do Nascimento está PROIBIDO de postar comentários nesse blog, porque não está preparado psicologicamente para conviver em grupo. A minha decisão não é baseada nos questionamentos infundados que ele faz, mas na falta de bom senso e respeito nos comentários com todos. Especialmente o comentário para a Irinéa marca que aqui não tem espaço para ele. Ah, e nem tente postar, a proibição não é apenas verbal. O sistema irá bloquear e deletar os seus comentários automaticamente.
O modo que escrevi hoje não é o que eu costumo usar, pois fui educado de outra maneira e o meu tom é outro. Mas só estou respondendo no mesmo nível do indivíduo.
Ao repórter, não vou desejar nem um bom dia, nem uma boa tarde. Mas desejo que as suas noites sejam somente um terço do que são as minhas. rs rs rs
Senhores, o último que sair apague as luzes. Eu já limpei a sujeira, e estou levando o lixo pra fora. O blog volta a funcionar normalmente amanhã.
Renato Faria